Técnico da Seleção fez última convocação antes da lista final para a Copa do Mundo
Na manhã desta terça-feira, 9 de fevereiro, o técnico da Seleção Brasileira, Dunga, fez a última convocação antes da lista final para a Copa do Mundo. Na sede da CBF, no Rio de Janeiro, o treinador canarinho convocou mais uma vez o pelotense Michel Bastos.
Dependendo do seu rendimento no último amistoso antes da Copa da África do Sul, o jogador do Lyon, da França, poderá ser confirmado no mundial de 2010.
Com empate magro, e pouca qualidade em campo, o Lyon deixou escapar a terceira colocação.
Completando a 23ª rodada da Ligue1, o Lyon, com a vitória, poderia encostar um pouco mais nos líderes, principalmente porque no sábado, o Bordeaux tropeçou diante do Rennes. A distância seria de apenas seis pontos.
O treinador Claude Puel, mais uma vez, decidiu começar com Michel Bastos no banco e Delgado como titular. Sem as presenças de Toulalan e Cissokho, o jovem Lovren ficou responsável pelo setor esquerdo, e Makoun, juntamente com Gonalons, eram os cabeças de área. Veja o esquema tático:
Alain Casanova, por sua vez, manteve sua formação original. Mesmo com diversos desfalques, o treinador não encontrou problemas para escalar um time eficaz e que pudesse encarar o Lyon de igual para igual. Veja como foi a formação inicial do Toulouse:
O primeiro tempo da partida foi marcado por um jogo muito pegado, principalmente no meio campo. As duas equipes encontravam dificuldades para armar jogadas. Os volantes trabalhavam direito e pouco erravam.
Gomis e Lisandro, assim como Gignac pelo lado oposto, jogavam muito fora da área. Todos eles tinham que buscar a jogada para seu time. Pelo lado do Lyon é até aceitável, pois o time não detém de um meia, camisa dez, eficiente. Contudo, pelo TFC é estranho. Gignac caia pelo lado esquerdo, de forma fixa. Luan aparecia mais como um atacante do que o próprio artilheiro do time. Desculpas por falta de meio campo não há. Pois Siriex, Braaten e Sissoko possuem capacidade para dar as devidas assistências aos seus centroavantes.
Pelo ritmo de jogo apresentado na primeira etapa, o placar em branco foi aceitável. A única jogada que realmente tirou suspiros do narrador da partida, foi um escanteio a favor do Toulouse, que após uma saída bem ruim de Lloris, Sissoko, seguido de Gignac, não conseguiram completar para o gol vazio. O atacante francês acertou a trave, aos 36’. Foi o único lance de real perigo no primeiro tempo.
Na segunda etapa, os times voltaram com a mesma formação, a princípio, com a mesma postura. O Téfécé fazia valer fator casa e torcida. Aos 4’, Luan avançou em contragolpe, de trás do meio campo, passou por toda a defesa do Lyon em velocidade, mas o brasileiro desperdiçou o lance na hora da finalização. Arrematou sem frieza e a bola foi longe da meta de Lloris.
Devido à imensa pressão que o TFC já realizava, o treinador do OL, Claude Puel, resolveu fazer duas alterações aos 20’. Colocou Govou e Michel Bastos, nos lugares de Källström (um dos únicos com lucidez no time) e Delgado.
Um minuto após as trocas, o camaronês Jean II Makoun recebeu o segundo amarelo e foi para o chuveiro mais cedo. Acima de tudo, incompetência do treinador, pois o jogador, que estava dando o combate do meio-campo, já estava na iminência da expulsão e ele preferiu retirar os dois pontas.
Por outro lado, Casanova, depois da expulsão, colocou seu time pra frente. Retirou Daniel Braaten e colocou o turco Kazim-Richards. O brasileiro Luan teve que ser substituído por lesão, e entrou Franck Tabanou.
A pressão dos donos da casa se tornava cada vez mais intensa. Só faltava o gol para demonstrar o quanto o Toulouse era superior ao Lyon. E com um a menos, o empate já era lucro para o time de Puel. Por isso, ele recuou um pouco mais o time. Colocou Pjanic no lugar de Lisandro, que saiu chateado. A intenção era segurar um pouco mais as subidas de Michel Bastos e deixar Pjanic como o homem do passe.
Faltando dez minutos para o término do jogo, Paulo Machado foi o responsável pela última substituição da partida. Ele entrou no lugar de Siriex, e foi a cartada final para Casanova tentar levar o resultado positivo. Mas a ineficiência do ataque do TFC, e a atuação apagada de Gignac, acabaram por deixar o placar em branco.
O empate, nas circunstancias da partida, ficou de ótimo tamanho para o Lyon. O ainda quarto colocado, sequer assustou o goleiro Valverde e de forma alguma merecia levar a vitória hoje no Stade de Toulouse. Incompetência e burrice do Sr. Claude Puel, que também foi impreciso e afoito, tanto na hora de escalar o seu time, quanto nos momentos das substituições.
Próximo jogo: Sábado, dia 13/02/10, às 16h (horário de Brasília) – No Stade de Gerland, contra o Rennes. Jogo válido pela 24ª Rodada da L1.
Líder absoluto do Campeonato Francês, o Bordeaux foi derrotado por 4 a 2, neste sábado, pelo rennes, fora de casa. Com o resultado, o atual campeão viu a diferença para o vice-líder Montpellier, que derrotou o Boulogner por 2 a 0, cair para cinco pontos. O Rennes chegou a abrir 3 a 0 com gols de Marveaux, Briand e Bangoura. No entanto, o Bordeaux esboçou uma reação de descontou com Gouffran e o brasileiro Wendel. Só que o gol de Gyan, o quarto do time da casa, deu números finais a partida.
Outra equipe que decepcionou foi o Paris Saint Germain. mesmo atuando em seus domínios, a equipe da capital foi goleada por 3 a 0 pelo Lorient.
Neste domingo, mais três jogos fecham a 23ª rodada do Campeonato Francês. O Toulouse receberá o Lyon, Saint-Etienne vai encarar o Monaco e o Olympique de Marselha enfrentará o Valenciennes.
FONTE: OGlobo
LYON:
GOLEIROS: Hugo LLORIS e Rémy VERCOUTRE; LATERAIS: Anthony RÉVEILLÈRE e Lamine GASSAMA; ZAGUEIROS: CRIS, Dejan LOVREN e Jean-Alain BOUMSONG; VOLANTES: Jean II MAKOUN e Maxime GONALONS; MEIAS: Kim KÄLLSTRÖM, Michel BASTOS, Honorato EDERSON e Miralem PJANIC; ATACANTES: Bafétimbi GOMIS, Sydney GOVOU, César DELGADO, Ishak BELFODIL Yannis TAFER e Lisandro LOPEZ; TÉCNICO: Claude PUEL; DESFALQUES: François CLERC, Aly CISSOKHO, Jérémy TOULALAN, Lamine GASSAMA, Mathieu BODMER e ANDERSON
TOULOUSE:
GOLEIROS: Anthony LOUSTALLOT e Mathieu VALVERDE; LATERAIS: Albin EBONDO e Cheikh M'BENGUE; ZAGUEIROS: Mauro CETTO, Daniel CONGRÉ e Dany NOUNKEU ; VOLANTES: Étienne CAPOUE, Mathieu BERSON e Franck TABANOU; MEIAS: Moussa SISSOKO, Paulo MACHADO, Étienne DIDOT, Daniel BRAATEN, Pantxi SIRIEIX e Colin Kazim-KAZIM RICHARDS; ATACANTES: André-Pierre GIGNAC, LUAN Louzã e Kévin DUPUIS; TÉCNICO: Alain CASANOVA; DESFALQUES: Adrien REGATTIN, Mohamed FOFANA, Ahmed SOUKOUNA, Jean-Joël PERRIER-DOUMBÉ, Oumar N'DIAYE, Antoine DEVAUX, Olivier BLONDEL, Yohann PELÉ e Fodé MANSARÉ
Dirigentes do clube francês estiveram em Curitiba visitando o Furacão
Dirigentes do Olympique Lyonnais da França estiveram em Curitiba para participar de um evento do governo estadual. Aproveitando a viagem, visitaram instalações do Atlético-PR, no que pode ser visto como o início de uma parceria entre os clubes.
“Eles ficaram impressionados com o CT do Caju. O Lyon é uma empresa de capital aberto, com ações na bolsa. Achamos interessante a gestão deles e como utilizam a estrutura deles com eventos e shows. Por outro lado, eles ficaram surpresos com o fato de termos 14 jogadores de nossa base no time principal. Eles querem aprender a fazer esta ascensão”, revelou Gláucio Geara, presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.
Uma outra boa pista sobre a parceria seria um torneio que os Atlético e Lyon pensam em disputar paralelamente à Copa. “Provavelmente neste ano, pretendemos fazer um torneio durante a Copa. A maior dificuldade em fazer jogos contra eles é a diferença dos calendários”, disse Geara, confirmando também que a diretoria do Furacão deve retribuir a visita em breve.
Um parceria internacional não seria novidade para o Rubronegro. O clube já tem contatos fortes com pelo menos dois clubes de fora do Brasil: o Dallas, dos Estados Unidos, e o Olimpi, da Geórgia.
O meio-campista Ederson revelou nesta segunda-feira, no último dia da janela de transferência para os clubes europeus, que permanecerá no Lyon. O camisa 10 dos gauleses foi desejo de grandes equipes do Velho Mundo, como Internazionale, Lazio, Milan e Rennes. O clube de Roma foi o que ficou mais próximo de acertar com o jogador, entretanto, não houve acordo.
Ederson comentou sobre as possibilidades que existiram acerca de seu futuro e elogiou um treinador que fez parte do seu desenvolvimento como atleta.
"A negociação entre Lazio e Lyon foi longa, mas as duas equipes não chegaram a uma definição. Existia também a possibilidade de uma transferência para o Rennes, onde está o meu ex-treinador, Frédéric Antonetti, que é um grande profissional e uma ótima pessoa. Tive a felicidade de trabalhar com ele no Nice. Nesse período, progredi muito como jogador. Aliás, gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecê-lo por suas declarações a meu respeito nos últimos dias. Foi uma grande satisfação, sobretudo neste momento, e isso me dá muita força para continuar fazendo meu trabalho com muita determinação e profissionalismo”, contou.
O jogador ainda ressaltou a grandeza do Lyon e disse que não sai para outro clube francês. “Quando optei por assinar pelo Lyon, em 2008, mesmo tendo outras propostas, pesou em minha decisão o fato de que o Lyon é uma grande equipe, com inúmeros títulos na França. Por esse motivo, se um dia eu for sair do Lyon, será para jogar em um campeonato de outro país", concluiu.
Dois lados da moeda: Sakho, zagueiro do PSG foi expulso e deu possibilidade para Cris, zagueiro do Lyon dar a vitória ao seu time.
Após ser eliminado pela Copa da Liga francesa, o Lyon, disposto a virar a página de recentes derrotas, entrou no Gerland parcialmente cheio, para receber o seu rival PSG, que também se encontra em situação embaraçosa na tabela.
Com a lesão de Lloris, o seu reserva, Vercoutre entrou novamente como titular no time. Outra novidade ficou por conta de Lovren, que jogou na lateral-direita. Veja o time inicial de Puel:
O PSG, ainda sem Coupet, que sofreu uma séria lesão no fim do ano passado, também jogou com um goleiro reserva, Edel. Veja o esquema tático do time do brasileiro Ceará:
No início da partida, o Lyon se impôs como legítimo dono da casa. Antes dos 10’ iniciais, o goleiro Edel chegou a ser incomodado duas vezes. Contudo, a pressão era fogo de palha. O PSG reagiu rapidamente e tomou o controle de jogo.
Foi através dessa rápida reação, que o time de Paris abriu o placar. Sességnon cobrou escanteio aos 11’. Mevlut Erding se antecipou aos zagueiros e no primeiro pau, dotando de uma rapidez ao finalizar, calou precocemente o estádio.
Dois minutos após o gol, o PSG quase ampliou. Dessa vez quem apareceu no lance foi o grandalhão Hoarau, mas Vercoutre, bem posicionado, fez boa defesa.
Abatido em campo, o Lyon não tinha padrão de jogo e participava de forma desorganizada em campo. O responsável por organizar as jogadas era Pjanic, mas o bósnio estava apagado no gramado, o que forçava o time a arriscar de fora da área.
Foi assim que o Lyon chegou com perigo por duas vezes no primeiro timpo. Primeiro com Källström, que arrematou com extrema força, bem defendido por Edel. Depois, aos 40’, com Toulalan. Dessa vez, a sorte foi quem ajudou o bom goleiro dos visitantes.
No segundo tempo, como já é de praxe na Ligue1, os dois times voltaram com a mesma formação, e consequentemente com o mesmo esquema de jogo. Portanto, o PSG era quem dominava o duelo.
Aos 4’, o Vercoutre fez uma seuquência de quatro defesas seguidas, todas à queima roupa. Participação fundamental do goleiro reserva do OL.
Ainda acuado em campo, o Lyon se via na situação de jogar em contra-ataques. E em um deles, o atacante Gomis iria sair em boas condições de marcar, mas foi atropelado pelo jovem Sakho. Sem titubear, o juiz expulsou o zagueiro, que saiu inconformado do gramado.
Sem querer perder a oportunidade de ter uma vantagem numérica, Puel mexeu no time e colocou mais velocidade. Pjanic, que não jogou bem, deu lugar ao inconstante Delgado. Por outro lado, Kombiouaré tirou o autor do gol, Erding, e colocou Sankharé, para dar mais pegada no setor defensivo.
A recuada do time da capital francesa foi primordial para a crescida do Lyon o jogo. A vontade de evoluir durante o embate era nítida, principalmente depois de Gomis acertar a trave, aos 28’ do segundo tempo.
A pressão era intensa, e o gol era inevitável. Foi o que aconteceu aos 32’ da etapa final. Delgado cobrou escanteio e Lovren cabeceou no segundo pau. No rebote de Edel, Gomis empurrou para as redes e saiu para o abraço.
Depois do gol, Michel Bastos entrou no lugar de Cissokho, e como raramente acontece, foi deslocado para a lateral-esquerda. Talvez por sua convocação ser iminente depois da lesão do lateral Filipe Luis, do Deportivo.
O que já era apático piorou depois do gol. O PSG se desencontrou. Parecia uma inversão de papeis do primeiro para o segundo tempo. Completamente motivado, o Lyon conseguiu a virada. Dois brasileiros participaram do gol. Michel Bastos cobrou falta, ao estilo “chuveirinho”na área. Lisandro desviou, e Cris cabeceou certeiramente, tirando do goleiro adversário. O ex-cruzeirense, nesse instante, deixava o Gerland, e principalmente o treinador Puel ao delírio.
No fim do jogo, já nos acréscimos, Gomis acertou um petardo no travessão, depois de boa jogada de Lisandro. Depois do lance, ainda teve tempo de Makoun substituir o atacante francês.
O jogo terminava. Um embate digno de um clássico. A virada do Lyon foi justa, não pelo futebol apresentado de forma coletiva, mas sim pela sabedoria ao jogar com a vantagem numérica de jogadores.
O Lyon agora joga só no próximo domingo. Dia 07/02 (14h, horário de Brasília). O adversário será o Toulouse, fora de casa, jogo válido pela 23ª rodada da L1.
Eliminado de duas competições em menos de uma semana (Copa da França e Copa da Liga), o Lyon tem a difícil missão de acalmar os ânimos dos seus torcedores neste domingo no clássico contra o PSG. O jogo, válido pela 22ª rodada do Campeonato Francês, é fundamental para a equipe dos brasileiros Michel Bastos, Cris e Éderson.
Com 36 pontos, o Lyon ocupa a modesta quinta colocação, 11 pontos atrás o líder Bordeaux, e precisa da vitória a todo custo para seguir sonhando com o título. Segundo Michel Bastos, o exemplo para seguir acreditando na conquista do caneco e retomar a hegemonia de tempos atrás (o clube foi heptacampeão francês entre 2002 e 2008) vem justamente do atual primeiro colocado.
- O clima está meio complicado. Saímos de duas competições e, no campeonato, estamos mais ou menos. Conquistar o título é difícil, mas enquanto existir a possibilidade, temos que dar o máximo. No ano passado, quando eu ainda estava no Lille, o Bordeaux estava em situação parecida, atrás do próprio Lyon, e acabou sendo campeão. Temos que nos espelhar neles, por incrível que pareça. O Campeonato Francês é bastante disputado. Mesmo nos tempos que o Lyon ganhou tudo, o torneio só era decidido nas rodadas finais - relembrou o lateral, por telefone, ao GLOBOESPORTE.COM.
De acordo com Michel Bastos, que ainda é dúvida para o duelo do final de semana por causa de uma pancada na coxa direita, um triunfo diante do PSG traria novo ânimo ao time.
- Temos que deixar de lado o que passou e buscar a vitória contra o PSG a todo custo. Esse tipo de jogo, clássico, é muito bom nesses momentos para ganharmos confiança e buscarmos a recuperação no campeonato - observou o ex-jogador do Atlético-PR e Figueirense.
Nada de comparações com Juninho Pernambucano
Contratado no início da temporada pelo Lyon, Michel Bastos evita comparações com Juninho Pernambucano, maior ídolo da história do clube e que deixou Gerland na mesma época em que ele chegou.
- O pessoal não liga esse mau momento do Lyon ao fato do Juninho ter saído do clube não. Em relação a mim, fazem algumas comparações, mais pelo fato de sermos brasileiros. Mas fica difícil equiparar o que ele fez aqui, afinal, ele ajudou o clube a levantar sete títulos seguidos. Eu estou chegando agora e fazendo o meu trabalho, além de achar que tenho características diferentes. O negócio é voltarmos a ganhar para acabar com todas essas notícias negativas - ressaltou.
Líder do torneio, o Bordeaux abre os trabalhos no sábado recebendo em seus domínios o modesto Bolougne, penúltimo colocado do torneio.
FONTE: Globoesporte.com
LYON:
GOLEIROS: Hugo LLORIS, Joan HARTOCK e Rémy VERCOUTRE; LATERAIS: Anthony RÉVEILLÈRE e Aly CISSOKHO; ZAGUEIROS: CRIS, Dejan LOVREN e Jean-Alain BOUMSONG; VOLANTES: Jérémy TOULALAN, Jean II MAKOUN e Maxime GONALONS; MEIAS: Kim KÄLLSTRÖM, Michel BASTOS, Clément GRÉNIER e Miralem PJANIC; ATACANTES: Bafétimbi GOMIS, Sydney GOVOU, César DELGADO, Yannis TAFER e Lisandro LOPEZ; TÉCNICO: Claude PUEL; DESFALQUES: François CLERC, Honorato EDERSON, Lamine GASSAMA, Mathieu BODMER e ANDERSON
PSG:
GOLEIROS: Edel APOULA, Alphonse AREOLA e Willy GRONDIN; LATERAIS: Sylvain ARMAND, CEARÁ e Christophe JALLET; ZAGUEIROS: Mamadou SAKHO, Younousse SANKHARÉ e Sammy TRAORÉ; VOLANTES: Claude MAKÉLÉLÉ, Clément CHANTÔME e Granddi NGOYI; MEIAS: Stéphane SESSÉGNON, Ludovic GIULY e Jérémy CLÉMENT; ATACANTES: Guillaume HOARAU, Mevlut ERDING, Peguy LUYINDULA e Jean-Eudes MAURICE; TÉCNICO: Antoine KOMBOUARÉ; DESFALQUES: (?)
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